Pelos dados da Rais em 1999 havia 1.551 empregados na Administração Pública, sendo que 38 trabalhavam em pequenos órgãos e 1.513 em um único órgão com mais de 1.000 empregados. Ao londo do período, esta distribuição permanece estável, com 1,8% de servidores públicos em pequenas empresas e os demais 98% em empresa com mais de 1000 empregos.
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Do conjunto de empregados no Setor Público, 21,6% recebiam em 1999 até 2 salários mínimos; 57% de 2 a 5; 17% de 5 a 10 e os demais 4% recebiam mais de 10 salários mínimos. Em 2003 observa-se uma tendência de mudança nestes números, o que se confirma em 2005, quando o número de empregados com até 2 salários mínimos se reduz para apenas 6,5% e se amplia a classe seguinte, de 57% para 84%, mantendo-se as demais relativamente estáveis. Esta mudança se justifica em função de que na função pública o ingresso é mediante concurso público. Como nos últimos anos foram abertos concursos para poucas vagas, os servidores já existentes nos quadros ativos, acabam agregando tempo de serviço, o que gera ganhos monetários em seus salários e, por conseqüência, amplia o volume de trabalhadores da classe intermediária, especificamente a dos que recebem entre 2 e 5 salários mínimos.
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