O Setor de Serviços em 1995 representou 17,47% do Valor Adicionado Fiscal do Município, correspondendo a cerca de R$ 50 milhões. Em 2002 o setor já passou a responder por 22,63%, o que representa um incremento nominal relativo de 5,16% , enquanto a variação bruta nominal chegou a ser duplicada, em valores absolutos. Destaque-se, no entanto, que estes dados financeiros são provenientes exclusivamente do ramos de atividade que recolhem ICMS, ou seja, das atividades econômicas tributadas. Apesar de, em 2003 ter ocorrida uma rápida redução na participação relativa dos setores comercial e de serviços, em função da boa performance da indústria de beneficiamento, nos anos seguintes esta performance acaba sendo retomada, fechando em 2005 com uma participação de 32,91% na área do comércio e de 22,17% na área de serviços.
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Em termos de ramos de atividades mais significativas dentro do Setor Terciário, destaca-se o volume de empresas do Comércio Varejista. Em plano seguinte aparece o segmento de "Serviços de alojamento, alimentaçao, reparaçao, manutençao", seguido de perto pelo ramos do "Comércio e Administração de Imóveis" e do "Comércio Atacadista". O conjunto de empresas comerciais e de serviços, entre 1999 e 2005, se ampliou em 35%.
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Observando-se a mão-de-obra empregada pelo setor Serviços, percebe-se que as alterações ao longo do período se mostram bastante semelhantes, se comparado ao setor Comércio, pois enquanto havia, em 1999, um contingente de 2.748 empregados em empresas com até 50 empregados, em 2005 este volume se amplia para 3.565 funcionários. Em termos relativos isto representava 50,68% da mão-de-obra empregada no setor Serviços em 1999, para ao final do período representar apenas 49,68%, tendo em vista o crescimento das empresas de porte médio. Estas passaram de 1.095 para 1.338 estabelecimentos, gerando um aumento de 22% no período. O maior incremento se verificou junto ao segmento das empresas maiores, com mais de 250 empregados, que cresceu de 1.579 para 2.273 estabelecimentos, o equivalente a um incremento de 44% no período.
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Monetariamente, 27,7% dos empregados do setor Serviços, em 1999, ganhavam até 2 salários mínimos. Já 47,77% recebiam de 2 a 5 salários mínimos. Em 2003 o volume de assalariados da área comercial que percebiam até 2 salários mínimos se amplia para 34,87% da mão-de-obra empregada, enquanto o segmento dos que recebiam entre 2 e 5 salários, se mantem constante, na faixa dos 48% de empregados nesta atividade. Mas em 2005 estes números se modificam bem mais, pois enquanto os empregados até 2 salários se amplia para mais de 37%, os que percebem entre 2 e 5 salários se reduz para 46%. Aqui também ocorreu um achatamento salarial que, porém, não se mostra tão significativo quanto o observado na área comercial, especialmente no conjunto dos maiores salários.
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