Classes de pré-escola

a) Número de estabelecimentos: no período de 1996 a 2005, o sistema de ensino pré-escolar, em termos de número de estabelecimentos, se manteve rigidamente estável, se analisado pelos dois extremos, todavia, houve mudanças ao longo do período. Se observados os estabelecimentos, em função da dependência administrativa, há variações significativas, especialmente do ângulo das entidades particulares, que apresentaram um incremento de 83,33% no período, enquanto o segmento público teve reduzida sua participação nestes estabelecimentos.

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Regência de classe: o número total de regentes de classe, no período de 1996 a 2005, se elevou em 13,57%. Porém na rede estadual mostrou uma redução de 42,50%. O maior crescimento ocorreu junto à rede municipal que incrementou o volume de profissionais em exatos dois terços, do que havia no início do período, apesar de que em 2004 ter tido 107 profissionais na área.

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c) Matrícula inicial: o número total de matrículas iniciais, no período de 1996 a 2005 apresentou um crescimento de 37% ao longo do período. Todavia, o maior impacto é proveniente da área pública municipal, em que se ampliou a oferta de vagas no pré-escolar e por isto as matrículas iniciais aumentaram em mais de 200%. Esta ampliação de vagas em escolas municipais é conseqüência da redução de oferta de vagas para o pré-escolar por parte do Estado e também por parte da iniciativa privada. Assim, é o município chamado a assumir a parte que não é assumida pelos outros entes de ensino, apesar das dificuldades que a atual legislação impõe aos municípios, conforme já observado na análise da educação infantil formalizada nas creches.

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Ao analisarmos estes últimos números de forma gráfica, o desenho que se visualizaria, mostraria com maior evidência o quanto o município tem que responder pelo ensino pré-escolar, apesar do contingenciamento das receitas que precisa administrar.